5 regras que adotei para eliminar roupas fast fashion do meu closet

5 regras que adotei para eliminar roupas fast fashion do meu closet

Depois desse um mês e meio de blog (como o tempo voa!), alguns de vocês já devem ter percebido que eu sou uma pessoa que sabe guardar dinheiro, mas que, por vezes, faz escolhas infelizes e não pensadas.

A verdade é que, até poucos meses atrás, eu nem pensava muito nos meus gastos, pois eu sempre levei uma vida frugal e conseguia guardar aproximadamente 70% da minha renda mensal sem muito esforço. Desta forma, achava que, como eu não tinha dívidas e estava construindo uma poupança razoável, tudo bem eu fazer qualquer coisa com a quantia X destinada justamente a “qualquer coisa”.

Só que muita coisa mudou na minha vida no último ano. Minha forma de ver o mundo e cada coisinha nele está mudando (e evoluindo, eu diria). Então, naturalmente, estou ficando a cada dia mais consciente de tudo o que consumo, desde alimentos até formas de entretenimento.

E, hoje, eu vou voltar a falar sobre vestuário. Já faz algum tempo que estou tentando destralhar meu guarda-roupa. Como contei para vocês, finalmente desapeguei do que não combinava comigo. Falei sobre como é difícil não pensar no quanto foi investido naquelas peças e sobre o fato de que muitas delas ainda estavam com a etiqueta. Falei também sobre algumas das motivações que me levaram a, finalmente, dar um fim a toda a tralha que permanecia ali ano após ano.

Só que, intencionalmente, eu não entrei na questão da quantidade de coisas de lojas fast fashion que eu tinha. Para mim, é um assunto bastante complicado e, assim como eu acho cansativo falar sobre todos os motivos que me levaram a adotar uma dieta vegetariana, eu também não tenho muita paciência para discutir sobre o porquê de eu ter uma lista de empresas que nunca mais vão ganhar um centavo meu.

A fast fashion na minha vida

Eu moro longe da casa dos meus pais desde 2009. Foi aí que aprendi a ter um orçamento e respeitá-lo – o dinheiro que eu tinha para o mês vinha todo deles, já que eu cursava Engenharia em turno integral. (A quantia era limitada a uma certa quantia.) E foi aí, também, que comecei a comprar tudo o que precisava ou queria, dentro dos meus limites. (Sim, antes dos meus 18, minha mãe cuidava de tudo.)

É claro que, em muitas coisas, eu buscava a opção mais barata. Eu também estava procurando meu estilo, vendo nos manequins diferentes combinações bonitas, sem pensar se elas combinariam comigo. Se estivesse em conta, era bom ter a opção de mais um casaco para usar. Desta forma, na maioria das vezes, eu recorria a lojas de fast fashion.

Outro motivo é que eu adorava encontrar roupas de determinada marca por um preço bem baixinho. Em 2013-14, fui estudar em Toronto, no Canadá, e comprei uma quantidade absurda de coisas porque elas tinham preços ótimos. Jaquetas que aqui custam em torno de 200 reais, lá estavam por 15 dólares (e o dólar canadense ficava em torno de R$2,20). Trouxe coisas para toda a família também, claro.

Mas agora vocês já sabem que meu pensamento mudou.

O que mudou?

Eu não sei em que ponto eu comecei a prestar atenção em coisas que antes nem passavam pela minha análise. Talvez eu tenha stalkeado alguém iluminado e acabei parando em alguma página cheia de textos que levaram a documentários e reportagens diversas. Vai saber, né? Mas um caminho assim não tem volta.

O trabalho escravo, por exemplo: eu canso de ouvir o famoso “isso acontece em todos os lugares” como uma desculpa para que a pessoa se sinta melhor por contribuir a tal coisa. Canso de ver compartilhamentos no Facebook sobre a descoberta de mais uma empresa que utiliza trabalho escravo infantil em um dia, e, no outro, uma foto de um chocolate de uma das marcas anteriormente citadas.

E eu poderia discutir muitas outras coisas, mas, por ora, vou focar em apenas uma das frases que escuto: “é inviável comprar apenas de marcas éticas”. Concordo que, para muita gente, possa ser: tempos de crise, dinheiro curto, necessidade de manter certo status, falta de vontade, entre (muitos) outros motivos.

Como eu já não quero mais uma grande quantidade de coisas (quero apenas o que me proporcione conforto), compro menos e, consequentemente, sobra mais dinheiro para investir em peças um pouco mais caras.

O que eu tenho feito para eliminar roupas fast fashion do meu closet

Decidi adotar algumas regrinhas para minhas próximas compras:

1. Comprar peças que eu realmente gosto.

Não foram poucas as vezes que eu comprei peças de roupas que nem ficaram tão boas assim, mas que eram “bonitinhas” e baratas. Também não foram poucas as vezes que reclamei por não ter nada para vestir estando em frente a um guarda-roupa cheio. No mês passado, conversando com a minha mãe, falávamos sobre o quão sem sentido é manter determinada peça para uma ocasião especial. (Até porque provavelmente iremos comprar algo novo para tal ocasião, de qualquer forma.)

Mas a questão é: se eu gosto e me sinto bem vestindo alguma roupa, tenho mais é que usá-la várias vezes. Se é possível encontrar roupas que ficam boas em mim, são essas que devo procurar. Se eu ficar na dúvida na hora de comprar, eu vou usar o famoso e simples truque da espera de pelo menos um dia para tomar a decisão. E, por fim, se, num futuro próximo, meu guarda-roupa for como eu imagino, eu nunca mais terei que sentir aquela aflição horrível de me desfazer de tanta coisa mal ou nunca aproveitada. (E também nunca mais me atrasarei, heh.)

2. Comprar peças de boa qualidade.

Eu gosto muito do estilo das roupas da Forever 21, por exemplo. Só que, bom, elas não duram. Alguns dias atrás, meu namorado pegou uma camisa dele da marca e disse “o que será que aconteceu aqui?”, pois ela esticou bastante. Poderia ser a secadora, mas outras camisas, confeccionadas em melhores tecidos e que foram para a secadora no mesmo ciclo, ficaram como sempre estiveram. Eu tenho um suéter que começou na numeração P e, juro, está na GG agora.

Sei que muita gente escolhe algumas peças especificamente em que o preço baratinho compensa – as regatinhas, por exemplo. Quando elas ficarem feias, afinal, é só descartar, e você nem sofre porque não investiu muito nelas mesmo. Eu também vivia com essa ideia, mas sofro de mandar uma roupa para o lixo. Se eu enjoar, gosto de ter a opção de doar tal peça. Porém, mandar de tempos em tempos coisas diretamente para o lixo, pois ninguém mais pode usá-las, me deixa incomodada.

Portanto, mesmo que roupas de boa qualidade e que durem mais sejam, também, mais caras, é nelas que eu quero gastar meu dinheiro. Elas tendem a ser o melhor investimento a longo prazo e farão com que eu me sinta bem por mais tempo.

Só uma observação: eu ainda tenho roupas no meu closet cuja qualidade é ~duvidosa (eu guardei todas as peças que eu gosto, independente da qualidade). Só vou me desfazer delas quando as mesmas não puderem mais ser usadas, substituindo-as, portanto, por peças de melhor qualidade.

3. Cuidar das peças que eu já tenho.

Eu tenho *muita* preguiça de lavar roupas. Eu tendo a simplesmente juntá-las na máquina e apertar o botão com o ciclo de lavagem escolhido. É por isso também que, tempos atrás, eu preferia comprar roupas fast fashion descartáveis – no momento em que estragassem, jogaria no lixo sem pena.

Acontece que eu sinto o maldito remorso, como falei na regra anterior. Como toda a minha mentalidade mudou e eu quero que minhas roupas se mantenham com um bom aspecto, precisei desenvolver uma maneira simples de cuidar delas. (Se há como facilitar as coisas, é exatamente o que farei.) Não entrarei na questão de como cuidar de cada tipo de roupa (se quiserem, posso falar em um novo post), mas atitudes como observar o tipo de material e as cores de cada peça podem ajudar bastante. Um pouco de cuidado a mais, além de preservar a peça, contribui para a saúde do bolso. 

4. Dar preferência a marcas éticas e sustentáveis.

Nada mais justo, né?! Se eu estou preparada para gastar uma quantia maior de dinheiro em uma peça de vestuário, é claro que não darei meu dinheiro para empresas da minha lista negra. Convenhamos que, em muitas lojas fast fashion, as peças podem sair relativamente caras, de qualquer forma. Vou gastar meu dinheiro nela ou em outra marca que proporciona roupas de qualidade enquanto adota valores voltados à sustentabilidade do nosso planeta e ao bem estar de todos os seres que aqui vivem? 

5. Visitar brechós.

Confesso que, até pouco tempo atrás, tinha certa resistência de comprar roupas usadas. Nunca tinha visitado um brechó. Por que eu compraria roupas usadas tendo dinheiro para comprar roupas novas?Entretanto, tem um bom tempo que coloco algumas das minhas coisas (nunca ou pouco usadas) a venda e, convenhamos, qual é a diferença? Ao olhar a peça em um brechó, você pode ter a mesma percepção que teria ao vê-la em outra loja qualquer. É possível verificar se ela está boa, sem defeitos ou manchas e, ainda, cheirá-la (por alguma razão, eu sempre penso no cheiro).

Descobri vários brechós super arrumadinhos aqui em Curitiba e já fiz uma nota mental para conferir o que tem por lá sempre que eu realmente precisar de alguma coisa nova.

Quais são as regras que vocês usam, mesmo que inconscientemente, na hora de adquirir uma peça de roupa nova?

Imagem: 1

  • A maioria da minhas roupas é de fast fashion e duram ANOS!!!
    Tudo isso depende do cuidado que você tem com elas.

    https://heyimwiththeband.blogspot.com.br/

    Bruna respondeu:

    Que bom, Váh! Como eu disse, também tenho muitas coisas de fast fashion ainda, mas seria injusto eu comparar com marcas melhores (e não necessariamente mais caras) depois de uns dois anos de uso. E eu realmente não sei se, no meu caso, tem muito a ver com o cuidado que tenho com elas porque, também como mencionei, todas entravam no mesmo “bolo” de lavagem, mas algumas tendiam a desgastar mais rápido que as outras. 🙁

  • São dicas maravilhosas também, eu nem penso em nada disso quando compro minhas roupas – até porque compro raramente peças para mim, costumo mais é ganhar. Mas, já guardei essas regras! Adorei, beijos.

    http://www.andressacmoraes.com/

    Bruna respondeu:

    Que bom que gostou, Andressa! Até um tempo atrás eu nem ligava para essas coisas, mas confesso que hoje eu me sinto bem melhor e, no fim, nem está sendo difícil mudar meu estilo de vida e seguir essas regrinhas, por exemplo. Tudo acontece naturalmente, haha. 🙂

  • Eu amei o post! Também estou tentando não comprar mais nada baratinho nessas lojas justamente pela qualidade.
    Faz sim um post sobre como cuidar de cada peça, preciso desse post!!
    Hoje, com mais maturidade vejo que precisamos valorizar mais a qualidade e saber mais sobre as marcas que compramos 🙂
    Beijos
    BlogCarolNM
    FanPage

    Bruna respondeu:

    Fico feliz que tenha gostado, Carol! Aos poucos a gente vai melhorando nossas escolhas, né? Acho que, no fim, tudo acontece naturalmente mesmo. 🙂
    Vou escrever o post sobre as dicas para cuidar de cada peça, então. Em breve posto!!
    Beijos

  • Bru, adorei o seu post! Aliás, me identifiquei bastante com a parte que você diz que compra roupas que realmente gosta. Por mais consumistas que somos temos que evitar de comprar roupa que só usaremos 1 vez na vida, né?

    Eu era meio assim antes, mas agora tô aprendendo a lição. Haha

    Beijos
    http://www.supimpagirl.com.br

    Bruna respondeu:

    Exatamente, Viviane! Eu já fiz muito dessas de usar algumas peças apenas uma vez (ou, o que é pior, nem usá-las) e, definitivamente, não faz sentido. Melhor comprar uma peça linda para usar até enjoar, haha. Aos poucos vamos aprendendo. 🙂
    Beijos

  • Oi, Bruna!
    Adorei as suas dicas.
    Já pratico algumas delas, como dar preferência a marcas éticas e sustentáveis, comprar uma “moda mais autoral”, valorizando o “feito à mão”. Mas ainda assim, de vez em quando, compro em fast fashion, principalmente roupinhas básicas do dia a dia e peças para academia.
    Agora uma das dicas que quero colocar em prática é visitar brechós. Nunca fiz isso na vida, mas acredito que vou me divertir e garimpar roupas muito bacanas. 🙂

    Bjos,
    http://helendutra.com/

    Bruna respondeu:

    Oi, Helen! Que bom que gostou. Fico sempre muito feliz quando escuto alguém dizendo que valoriza o “feito à mão” (sob boas condições, claro). É, talvez, a melhor mudança que eu fiz. 🙂
    Visite os brechós mesmo! Eu tinha um pouco de receio, como falei, mas me surpreendi. Aqui, pelo menos, tem muita coisa de marcas boas, sem defeito algum e por um preço bem em conta. Como um bônus, parece que nossa criatividade aflora.
    Beijos, e obrigada pela visita!

  • Muito legal, adorei !!
    Comecei numa fase minimalista a algum tempo buscando viver uma vida mais leve,
    E percebi que não precisamos de muito para viver , somente o essencial e to adorando outro dia achei um blog muito legal da Yuka e eu virei ele de ponta cabeça li todos os posts quase. Chama-se Viver sem pressa tem o link lá no meu blog.
    Vim aqui agradecer sua visita mais uma vez e seu carinho no meu cantinho <3

    bjsssssssssssss

    Dri 🙂

    Bruna respondeu:

    Oi, Dri! Estamos juntas nessa busca, haha. Cada dia que passa, também percebo de que, quanto mais simples levo minha vida, mais feliz eu fico. Por vezes, tenho um pouco de dificuldade de desapegar de algumas coisas, mas aos poucos vamos aprendendo a equilibrar tudo, né?
    Obrigada pela sugestão do blog da Yuka! Estou com ele aberto e provavelmente vou ler (quase) todos os posts também, hahaha.
    Seu cantinho é lindo! Como falei por lá, gosto muito do seu trabalho. <3
    Beijos, e obrigada por passar por aqui! 🙂

  • Eu também to nessa de comprar só o que eu preciso. Anoto tudo na minha agenda e na hora de comprar, vou mais centrada. hahahaha Tenho peças de anoss! Ótimas dicas <3
    beeijos,

    http://www.marinaalessandra.com

    Bruna respondeu:

    É bom, né? Eu estou construindo uma listinha de peças-chave que eu acho que podem me ajudar a montar diferentes combinações. Fico feliz e empolgada ao saber que essa técnica te ajuda, pois vejo que, então, estou no caminho certo. 🙂
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • Olha eu sou bem fã das fast fashions, mas nem é tudo que eu compro, na verdade gosto quando a roupa está num precinho bom.
    Gosto de brechós, uma pena que na cidade que eu moro, não tenha uns legais.

    beijos

    Bruna respondeu:

    Oi, Camila! Minha tendência é olhar as vitrines de lojas de roupas fast fashion e gostar de tudo, haha. Gosto da ideia de fornecer roupas que estão na tendência a um custo menor, mas penso que poderia ser de uma forma mais sustentável. Até por isso estou quebrando minha cabeça para montar combinações legais com um número reduzido de peças. Vamos ver como fica, né? Hehe. 🙂
    Que pena que aí os brechós não são tão legais. Talvez você consiga encontrar um bom grupo de desapegos no facebook? Tem o app skina, também, que tenho achado interessante.
    Beijos

  • Eu aprendi uma coisa muito bacana também: eu compro apenas o que eu sei que vai combinar com outras peças do meu guarda-roupa! Hahaha porque olhaaaa, já comprei muita coisa que acabei usando uma vez, pois não combinava com outras peças!

    Adorei seu texto!

    Beijão, mariasabetudo

    Bruna respondeu:

    Obrigada, Sté! Sua dica é ótima! Eu tenho muita dificuldade em lembrar das minhas roupas pra criar uma combinação na hora em que estou na loja. Por isso, estou criando uma listinha de coisas que eu preciso. Pretendo fazer minhas compras todas assim, hahaha.
    Beijos

  • Durante muitas idas às lojas com a minha mãe eu aprendi a escolher os tecidos (ela é costureira). Não sei os nomes dos panos, mas ao tocar ou vestir consigo imaginar a duração a longo prazo da peça. Sei os tecidos que vão me incomodar, os que vão esticar, os que vão ficar transparentes. Tenho acertado mais desde então. Já consigo olhar para uma roupa que gostei e dizer “não vou levar” porque já vejo ela desmontando. Gosto muito de comprar em lojas de fábrica, ainda que não conheça muitas.

    Bruna respondeu:

    Patricia, que coisa boa! Estou tentando aprender um pouco mais justamente pela observação de detalhes que antes não eram “importantes”. Uma coisa tão simples como parar e pensar no que estamos adquirindo não deveria ser tão negligenciada.
    Sabe que eu não tinha pensado nas lojas de fábrica? Vou procurar por aqui.
    Obrigada!
    Beijos

  • Não consigo me render as fast fashion, tenho que adotar essas regras.
    Beijinhos, Franciny | Blog Montando o Look | Youtube | Facebook | Instagram

    Bruna respondeu:

    Oi Franciny! Elas têm me ajudado. 🙂 O importante mesmo, na minha opinião, é criar uma consciência e prestar atenção no que temos e no que adquirimos.
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • Dicas preciosas. Eu quando compro roupas mais baratinhas procuro escolher tons neutros pra não enjoar fácil. Quanto aos brechós ainda não gosto de comprar roupa neste lugar, não sei pq 🙁
    bjoka http://diadebrilho.com

    Bruna respondeu:

    Wanessa, eu super te entendo. Também não visitava brechós sem um motivo aparente, haha. Mas conheci uns aqui que vendem roupas nunca usadas (como muitas minhas que desapeguei) por um preço bem melhor e isso me ganhou. 🙂
    Tons neutros, para mim, é sempre a melhor escolha!
    Beijos

  • Eu sempre compro roupinhas de promoção, sempre básicas para poder ir com tudo!

    Blog>> http://www.seteprimaveras.com

    Bruna respondeu:

    Gabs, esse é um ponto que, inclusive, eu poderia ter incluído com os outros. São poucas as coisas que não entram em promoção, né? Tem vezes que uma espera pequena já nos faz economizar bastante. 🙂
    Beijos

  • Daniella Dias

    Eu não sou tão moderada e estou tentando me controlar.
    Também arecio os brechós e não compro roupas da moda, do tipo que sei que será passageira, sabe? Tenho peças de 5 ou 6 anos atrás e uso sem problemas.
    Mas ainda compro muito mais do que deveria.Reconheço!

    Amei as dicas!!

    bjO

    Dany
    Breshopping da Dany
    http://www.brechodanylins.com.br

    Bruna respondeu:

    Que bom que gostou, Dany! É tão melhor quando as coisas duram, né?! Eu também tenho tentado cortar roupas da moda, mas acredito que agora está sendo bem mais fácil do que quando eu era mais nova por eu ter encontrado um estilo que me deixa bem.
    Também ainda compro mais do que deveria, mas aos poucos a gente melhora. 🙂
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • adorei o post, achei bem legal a consciência que tomou sobre o consumo! confesso que amo roupas de fast fashion hahaha mas concordo que muitas vezes, dependendo da peça, compensa investir em mais qualidade.

    Bruna respondeu:

    É difícil não amar roupas de fast fashion mesmo, hahaha. Só que tudo tem acontecido tão naturalmente aqui… Eu só coloco em palavras aquilo que já mudou na minha cabeça. As lojas de fast fashion acabaram sofrendo o golpe por serem as que eu menos me identifico, basicamente. 🙂
    Beijos, e obrigada pela visita.

  • Oi Bruna!!!! Pra começar de cara já adorei o blog e os temas abordados! Eu estou em uma fase de encontrar meu estilo…. olho pra cerca de 80% do meu guarda roupa e ele não combina comigo. Mas aí não tenho dinheiro pra comprar tudo que desejo/preciso…rsrsrs Vai virando uma bolsa de neve. Já fiz um brechó, mas não consegui vender tudo. Enfim…. aos poucos estou tentando refazer essa parte e confesso que nunca me atentei para fast fashion ou não! Pelo menos na minha cidade não tem essas grandes redes famosas, então acabo comprando de lojas menores… mas que sinceramente não sei bem a procedência da roupa. Espero tomar essa consciência aos poucos!
    Suuuper beijo!!

    Bruna respondeu:

    Oi Tata! Muito obrigada, fico muito feliz em saber disso. <3
    Hahaha, eu ainda estou um pouco nessa fase de descoberta do meu estilo também e passo pelo mesmo problema, já que eu não me permito gastar muito em coisas assim - meu dinheiro definitivamente não é pra isso prioritariamente, apesar de toda aquela coisa de que nosso ânimo melhor quando nos sentimos bem e etc.
    Mas, como você disse, aos poucos a gente chega lá. Basta termos essa consciência na hora de ir as compras, aí logo logo nosso guarda-roupa passa a ter mais a nossa cara (em todos os sentidos). 🙂
    Beijos e obrigada pela visita!

  • Quantas dicas legais, eu nunca fui muito consumista não, sou bem controlada..rs
    Beijo
    😉
    Blog| Instagram| Canal no Youtube|

    Bruna respondeu:

    É muito bom né? Eu até me controlei bem sempre, mas fazia muitas escolhas erradas. Estou aprendendo, heheh.
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • Elaine

    Meninas, eu amo um brechó.rs
    Passo muito tempo olhando as coisas.
    Mas prezo sempre pelo conforto, tanto faz marca …essas coisas.

    Bjim…
    blog Usei Hoje
    Instagram | Twitter | Fan Page

    Bruna respondeu:

    Elaine, que legal! Eu estou descobrindo esse amor por brechós aos poucos, mas adorando desde já. 🙂
    E você está super certa: conforto é fundamental! (Pensando agora nas sapatilhas que demorei tanto para admitir que, apesar de lindinhas, só serviam para machucar o meu pé, hahaha.)
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • Eu sempre achei que o barato sai caro. Não adianta comprar coisas baratas e sem qualidade. Quando meu financeiro permite, invisto em peças de boa qualidade. Quando estou com pouca grana, se eu comprar algo tenho a consciência de que aquilo não vai durar muito..
    Um beijo!

    http://www.impulsofeminino.com/

    Bruna respondeu:

    Thais, é bem isso! Eu fico arrancando meus cabelos porque sempre ouvi minha mãe dizer isso, mas, por algum motivo, acabava com mais roupas para “usar em casa” do que peças realmente boas. Mas estou aprendendo. 🙂
    Beijos e muito obrigada por ter passado por aqui!

  • Eu tenho algumas regrinhas para não extrapolar e comprar realmente o que preciso e tem dado certo. Quando uma peça é realmente boa vale sim o investimento, meu pai comprou a anos um casaco pink para mim, e ainda parece novo e minha irmã mais nova está usando. Já consegui roupas boas em promoção tbm, depende muito e vale da consciência e realidade de cada um, ótimo post, super completo. Você escreve muito bem
    Charme-se

    Bruna respondeu:

    Oi Simone, muito obrigada pela visita e pelos elogios! <3
    Eu volta e meia paro para pensar em como, uns tempos atrás, as mesmas peças passavam de irmãos para primos e etc., mantendo-se como novas. A qualidade das roupas é muito importante mesmo, e eu espero cada vez melhorar mais nas minhas escolhas. As promoções em roupas boas são, na minha opinião, o melhor incentivo para que a gente realmente invista nelas. 🙂
    Beijos!

  • ADOREI esse seu post, Buna!

    Já há algum tempo eu tenho pensado nas roupas que uso, nas que não quero mais usar, nas que gostaria de ter.
    Não me considero uma pessoa consumista, mas sempre fui fã de um bom achado.
    Porém, acredito que com a idade chegando, a gente começa a pensar mais na qualidade, menos na quantidade e tenta associas o valor à durabilidade da peça.
    Mas o que mais me tem feito pensar sobre os “investimentos” que ainda faço em lojas de departamento foi ter visto um documentário: True Cost.
    Já li muitas matérias a respeito, já vi muita coisa, mas nada que me impactasse tanto como True Cost.
    Como vi recentemente, ainda tenho pensado no que fazer, como agir, como mudar. Ainda não sei bem como, mas tenho o desejo de melhorar algumas compras, modificar alguns caminhos e tentar mostrar aos outros que esse caminho pode ser seguidos por eles também.

    Afinal de contas: se não tem procura, não precisamos de oferta, certo?!

    Parabéns pelo post e pela sua mudança!
    Ah, gostaria de pedir que, se possível, fizesse um post sobre lojas da lista proibida – porque e quais são –, além de um post sobre as lojas da lista permitida! “)

    Beijos mil!

    Bruna respondeu:

    Oi Larissa! Muito obrigada, fico feliz que você tenha gostado! <3
    Sabe que eu ainda não vi True Cost? Vou providenciar um tempinho essa semana mesmo para assistir. É louco, né? Eu já vi e li tanta coisa que às vezes penso que seria muito melhor (ou mais fácil) apagar tudo da minha memória. Como você, eu também tenho me esforçado para modificar os caminhos (o "normal", muitas vezes) e considero fundamental mostrar aos outros nossas descobertas e tudo o que sabemos que pode facilitar a busca por um melhor planeta e melhores condições de vida para muita gente (inclusive nós mesmos). Não consigo mais olhar as coisas da mesma forma e acho bem triste simplesmente ignorar tanta informação que obtemos por aí. É claro que é meio inviável mudar bruscamente em pouco tempo, mas a consciência que estamos criando me deixa feliz em saber que estamos no caminho certo e uma hora chegaremos lá. 🙂
    Gostei muito da sua sugestão e já comecei a elaborar aqui uma listinha contendo os motivos para algumas lojas estarem na "lista proibida". Como eu quero colocar direitinho todas as fontes, talvez demore um pouquinho, mas será postada.
    E vou elaborar também a lista de lojas permitidas porque tenho conhecido tantas lindas - e um trabalho assim realmente precisa ser divulgado, né?! 🙂
    De novo, muito obrigada!!
    Beijos

  • Olha, muita gente precisa ler esse teu post… tem gente que compra só por comprar. Tuas dicas são as mais válidas possíveis. Adorei 🙂

    Beijo amôura !

    | O Blog Que Não é Blog |

    | Instagram: @aquelenaoblog |

    | Julinha e os Vídeos – Canal do Youtube |

    Bruna respondeu:

    Que bom que gostou, Anna!! Acredito que aos poucos as pessoas, de uma forma geral, passarão a prestar mais atenção em todas essas coisinhas. 🙂
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • Nunca pensei muito em qual é a melhor forma de comprar roupas. Normalmente compro nas mesmas lojas e ultimamente só compro o que realmente preciso.
    Mas já comprei muita coisa que nunca usei.
    Hoje eu gosto de reformar minhas roupas. Levo algumas peças que enjoei para a costureira. Ela transforma um vestido em saia, uma saia em blusa e é bem legal isso.
    Beijos

    Bruna respondeu:

    Oi Aline! Acho incrível a customização de roupas. Minha vó costumava reformar muitas roupas também, o que me faz questionar sobre o motivo desta prática não ser mais tão frequente. Talvez pela qualidade de muitas roupas ser inferior? Mas enfim, acho realmente muito legal o que você faz (inclusive em ter a consciência de comprar roupas só quando precisa)! 🙂
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • Amei, preciso muito ser assim também. <3

    http://www.kailagarcia.com

    Bruna respondeu:

    Que bom que gostou, Kaila! Aos poucos a gente chega lá! <3
    Beijos e obrigada por passar por aqui. 🙂

  • Gostei do seu post. Também estou tentando consumir menos por vários motivos. Tô comprando realmente só que preciso e reaproveitando muita coisa que já tenho. O ruim é que nem sempre dá para fugir das lojas de fast fashion, porque em geral elas têm preços mais acessíveis para mim (uma universitária pobre kkk).
    bjs
    blogtrashrock.com

    Bruna respondeu:

    Hahah, sim, Marilia, até por isso é legal que a gente faça algumas mudanças aos poucos. Não adianta entrar em algo que não temos condições de manter, né?! Já é uma grande coisa fazermos o que está ao nosso alcance. 🙂
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • Que post inspirador! Adorei.
    Também tenho pensando muito antes de adquirir roupas novas e cuidando melhor das mesmas.
    Penso como você, melhor gastar mais numa peça que vai durar mais, do que gastar o mesmo em várias peças que vão estragar mais rápido.

    Continue compartilhando seus pensamentos, adorei ler.

    Beijos
    http://www.caroldoria.com

    Bruna respondeu:

    Oi Carol! Fico muito feliz que tenha gostado! Obrigada. <3
    Como a gente já deu o primeiro passo (ter consciência sobre o que consumimos e o que precisamos), fico feliz em saber que as coisas ficarão cada vez melhores. 🙂
    Agradeço muito sua visita!
    Beijos

  • Lua

    Oi Bruna, amei seu post.
    Definitivamente ganhou mais uma leitora louca por blog, amo aprender com esses relatos.

    Lua xx
    Meu Mundo da Lua FanPage
    (agora já temos a opção para se inscrever no feed do blog, te esperamos lá)

    Bruna respondeu:

    Oi Lua! Que bom, fico MUITO feliz!! 🙂
    Obrigada! <3
    Beijos

  • Oi,
    Eu também tenho procurado mais peças coringas de cores básicas (preto, branco, azul, cinza.) Tento manter pelo menos camisetas, calça social, jeans despojado e 2 neutros. Blazer, casaco de linho e etc.
    Looks nos quais posso brincar, e não ficar muito “pobrinha”. Me atento as etiquetas de lavagem e etc .. consigo conservar por um bom tempo.
    E não sair a louucaaa das compras.. rs

    Adorei o post,
    beijos

    Bruna respondeu:

    Alba, que bom que gostou! Fico feliz. 🙂
    E já vi que estamos no mesmo barco – até nossa paleta de cores é a mesma, hahaha. Todas as coisas que você citou são relativamente simples e trazem, sem sobra de dúvidas, ótimos resultados. É muito bom se sentir bem!
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • Guria, concordo muito contigo em vários aspectos, principalmente porque sinto falta de qualidade nas roupas que pagamos “barato”. Só senti falta de fotos pra ilustrar essa tua mudança, com os exemplos mais claros, acho que deixaria o post mais rico 😀


    Beijos
    Brilho de Aluguel

    Bruna respondeu:

    Oi Thayse! Você tem razão, post ficaria mais rico – e claro – com imagens. Vou me esforçar para melhorar neste aspecto! (Eu ainda estou me acostumando com essa coisa de ter um blog, hahaha.)
    Obrigada pela visita! <3
    Beijos

  • Oi Bruna, tudo bem?
    Gostei muito do seu post, sério.
    Eu tenho essa mania de querer comprar uma peça bonitinha, só porque esta barato e é igual você disse, às vezes eu nem gostei tanto, mas só por estar com um preço bom, acabo comprando. Quero muito mudar isso também e comprar só realmente o que gosto e me cai bem =)
    Parabéns pelo post!

    Amore, tem post novo lá no blog! =)

    Beijos
    Amanda Z.
    http://www.diariodelooks.com

    Bruna respondeu:

    Amanda, fico muito feliz que você tenha gostado! <3
    E fico feliz também por você querer a mesma coisa, heheh. Aos poucos a gente chega lá! 🙂
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • Olá,
    Adoro ver a parte social por trás das coisas, trabalho escravo é algo que não pode ser considerado comum. Enfim, AMO brechós. Adorei as dicas.
    Beijos.
    Nasci Gabriela – http://www.nascigabriela.com.br

    Bruna respondeu:

    Pois é, Gabi, concordo com você. E temos muitas informações hoje em dia – não está certo ignorá-las (por ser mais fácil assim).
    Eu também estou passando a amar brechós. O conceito por trás é lindo. <3
    Obrigada pela visita! 🙂
    Beijos

  • Queria muito parar de comprar nas fast fashion, porque além das peças serem baratas, muitas vezes começam a ficar com bolinhas e/ou desbotadas mais rápido e isso me faz gastar mais ainda comprando mais roupas, e eu tenho aquela famosa mania de pegar a roupa que não “presta” e deixar na pilha de roupas pra usar em casa, isso é que afoga o meu guarda roupas. Agora eu to muito mais seletiva pra roupas por causa do meu estilo, antes eu comprava a roupa por ela ser bonita, porque eu via outras pessoas usando ela e achava bonita, mas não era do meu gosto, sabe? Agora to mais seletiva, acompanhando mais as pessoas com os estilos de roupas que eu gosto. Por exemplo, a blogueira Camila Coutinho, se veste lindamente bem, mas não é o meu estilo, não me vejo vendo aquelas roupas e combinações que ela usa, continuo seguindo ela, mas não me inspiro mais, porque só me iludo. Já o estilo da Bruna Vieira faz mais o meu gosto, aí foco só em acompanhar ela pra poder me inspirar. Eu também gosto muito do estilo de roupas da Forever 21, mas também é isso, são aquelas roupas que você vai usar no máximo umas 5x e depois vai ter que doar ou botar pra “usar em casa” hahaha! Mas é o que meu pai sempre diz: mais fácil investir em algo que vá durar, do que investir em algo que você vai ter que comprar de novo e isso acaba gastando mais. Como a história da regatinha, você compra uma por R$19,90 e usa três vezes, daí você compra uma por R$30-40 e dura uns 6 meses ou mais, ou seja, é melhor do que comprar por 19,90 várias vezes e dar mais que 30 e 40 reais. Eu sempre tive o maior cuidado com as minhas coisas, principalmente roupas né, prefiro lavar na mão no tanque do que jogar na máquina, só jogo na máquina quando é uma quantidade bem grande de roupas acumuladas. Eu estou pra procurar brechós por aqui faz tempos, brechós bons, queria muito achar um blog que me indicassem brechós bons e baratinhos aqui no Rio. Enfim, amei o post!

    Bruna respondeu:

    Thami, eu adoro seus comentários porque você é muito *eu*, hahaha. Até pouquíssimo tempo atrás eu tinha umas 5x mais roupas de usar em casa do que roupas-aceitáveis-para-sair e, no fim, ainda acabava as transformando em “pijamas”! Guria, chegou um dia que doei tudo porque não aguentava mais. Seu pai tem toda a razão! Eu acho que finalmente estou chegando naquele ponto de que “entendi completamente o que é o melhor e já o incorporei na minha vida”, em que nem se cogita mais levar algo baratinho só por causa do preço e porque é bonitinho. Talvez seja uma transição normal da fase adulta (?), haha.
    Acho muito legal essa sua consciência de saber que, por mais que a Camila Coutinho se vista de forma linda, a Bruna Vieira, que também tem looks lindos, combina melhor com seu estilo. Não dá para insistir em algo que não conseguimos manter né? Isso só tem o poder de tornar as coisas mais difíceis e fazer com que a gente desista no meio do caminho. Acho que não tem nada mais importante do que se conhecer e ser sincera consigo mesma.
    Se eu encontrar alguma coisa legal sobre brechós no Rio eu te mando! 🙂
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • Gostei muito do que você escreveu! Eu confesso que ando pensando bem mais na hora de comprar. E acontecia bem isso de olhar pro meu armário cheio de coisas e falar que não tinha nada pra vestir. Provavelmente porque nada daquilo refletia quem eu era. Então da aquela sensação de ter muito e nada ao mesmo tempo né? Ainda dou uma olhada em fast fashion, mas confesso que nada me atrai tanto e ultimamente eu tô querendo ter um pensamento mais maduro com relação a isso. Me senti inspirada com o seu post! Beijos

    Bruna respondeu:

    Oi Fernanda! Fico muito feliz que você tenha gostado do post. <3
    É chato ter tudo e nada ao mesmo tempo, né? Eu fico louca com isso, hehe. Mas aos poucos a gente encontra nosso ponto ideal! 🙂
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • É muito importante essa coisa de renovar, mudar e aderir coisas novas. De tempo em tempo eu faço esse “limpa” nas minhas coisas, faço doação das que não uso mais e faço compras de coisas que realmente quero e que vou usar.

    Abraços, http://www.escritoraentre4paredes.com.br

    Bruna respondeu:

    Oi Bruna! Essa é a melhor maneira de nos mantermos sempre bem, né? Devemos ter sempre a cabeça bem aberta e não nos apegarmos a ‘coisas’. 🙂
    Agradeço muito sua visita!
    Beijos

  • Amei o post! Eu também costumo comprar roupas mais eficiente (tipo consumo consciente) que são melhores e útil e já me livrei de peças baratinha que só fazem ocupar espaço. Esperando outros posts semelhantes… Esperando uma visitinha sua.

    Simplesmente Princesa
    Fan Page
    Bjnhs e sucesso sempre

    Bruna respondeu:

    Márcia, fico muito feliz que você tenha gostado e se identificado! Essa é uma mudança muito boa de fazer, né?! Pode deixar que tem muito material relacionado vindo por aí, hahah.
    Obrigada pela visita! 🙂
    Beijos

  • Muito interessante a reflexão. 90% das minhas roupas são de lojas assim como Renner e Riachuelo (que nem são mais tão baratas) e elas duram bastante, por isso acabo nem pensando em outras marcas. Acho que devemos ter um consumo consciente e sustentável independente da marca 🙂

    Bruna respondeu:

    Sim, Duds, exatamente! Eu só entrei um pouco na questão das marcas porque tem algumas empresas cujas práticas se distanciam muito do que eu acredito. Fora deste aspecto, penso ser fundamental termos consciência de tudo o que compramos/consumimos de acordo com nossa realidade e experiências. Independente da marca, se suas peças duram bastante, é algo bom para você, para seu bolso e para o planeta. 🙂
    Obrigada pela visita!
    Beijos

  • Eu não compro em fast fashion, prefiro pagar um pouco mais caro em roupas que duram e depois eu faço doações porque acho isso bastante importante.Mas se por exemplo, se eu ganhar uma peça de fest fashion dada por alguém, obviamente eu uso.Gosto também de comprar peças que podem ser usadas de várias formas, assim eu não fico naquele dilema de ”não ter nada para usar”.Outro coisa é fazer DIY, comprando materiais baratilnhos sempre dá para transformar peças.

    Beijos

    Poesia em Transe

  • Super amei seu post. Já faz mais ou menos uns 6 meses que passei a consumir menos, tanto roupas, quanto cosméticos. Percebi que estava comprando somente por vontade e não por necessidade. Resultado? Muito dinheiro na conta! Hehe.
    Já estou te seguindo. Blog muito bom o seu.

    http://www.vivaessamoda.com.br

  • Menina, que post maravilhoso! Há tempos eu venho cozinhando os mesmos pensamentos que você e amei ler sobre isso tudo. Uma alternativa que tenho pensado em investir é começar a mandar produzir minhas próprias peças. E tô muito ansiosa pra começar isso!
    Gostei muito daqui. Beijo!

  • Também penso que qualidade é melhor do que quantidade. Gostei de ler sobre sua visão sobre o assunto. Você parece ser bem madura em questão de orçamento, o que é difícil de encontrar hoje em dia.
    Eu uso roupas fast fashion, na verdade, não dou muito atenção a marca, se gosto de uma peça e combina comigo, eu compro, desde que esteja no meu orçamento. Antigamente eu comprava tudo o que via pela frente também “só porque está barato”, hoje eu pego uma peça e penso “vou realmente usar isso?”.

    Beijos
    http://orangelily.com.br/

  • Suas dicas são ótimas. Comprar em brechó foi a minha opção pra consumir de uma forma mais consciente e deu certo viu!? Sempre gostei da ideia de exclusividade e só encontrei isso garimpando em brechós, pq no fast fashion é impossível.

    As marcas slow tbm são uma ótima opção no quesito qualidade, mas ainda acho o preço meio salgado, o que dificulta a maioria a consumir melhor.

    Ótimo post…adorei o blog! beijoo

    Bruna respondeu:

    Realmente, Ana. Eu confesso que ainda estou estranhando entrar em brechós e lojas mais alternativas porque é impossível encontrar uma arara cheia de roupas iguais. E isso é um ponto muito positivo, estou adorando. 🙂 E certamente o brechó acaba sendo a melhor opção por causa do preço. Eu nunca fui de comprar coisa muito cara, então estou procurando aos poucos conhecer marcas slow, porém, se eu tiver que pagar caro, minha prioridade fica definida, hehe.
    Fico feliz que tenha gostado do post e do Moderando. 🙂
    Beijos

  • Leilane

    Geente! Onde estava esse tesouro-blog escondido? Acabei de conhecer, vi só esse post mas dei uma passada rápida pelos títulos e já estou amando! Parabéns pelo conteúdo pessoal! Tenho tentado colocar em prática essa questão de consumir o que vale a pena, cansei de comprar roupas que ficaram “quase boas” só pelo desespero de comprar.
    E como você sugeriu, seria ótimo falar de cuidados com as peças.

    Bruna respondeu:

    Oi Leilane! Fiquei MUITO feliz ao ler seu comentário! Que bom mesmo que você gostou do blog. Nós ainda estamos aprendendo como tudo por aqui funciona (primeira vez tendo um blog, hehe), e saber que tem alguém gostando do que abordamos nos faz ter mais vontade de melhorar nosso espacinho a cada dia. Espero que você volte mais vezes para conferir as coisas novas. 🙂
    E pode deixar, já estou preparando um post sobre os cuidados com as peças!!
    Obrigada pela visita e pelas palavras! ♥