Imagem 1: Unsplash

A aflição e o entusiasmo de destralhar o guarda-roupa

Chegou o momento da vida em que destralhar meu guarda-roupa não era mais uma opção. Como acontece com muitas pessoas, meu guarda-roupa era composto, em sua maioria, por roupas que nunca usei ou por roupas que odeio, basicamente porque elas não combinam comigo. E, por mais que há tempos eu estivesse as observando, doando umas peças aqui e vendendo outras ali, sentia que nenhuma modificação era realmente feita, porque, bom, eu tinha muita coisa. (E ainda tenho, para falar a verdade.)

Eu nunca me classifiquei como uma pessoa consumista, já que minhas referências acabavam tendo como base o consumo das pessoas próximas a mim. Porém, mesmo eu gastando menos que elas, ainda ia uma boa quantia de dinheiro em compras desnecessárias. (E eu continuava tenho mais de 50 pares de calçados em casa, coisa que, convenhamos, é um absurdo.)

E, como eu já disse, grande parte das minhas coisas nem saem de casa, pois eu não gosto realmente delas.

Motivações

Tomei consciência de que precisava fazer algo a respeito dessa situação toda há mais de um ano, quando comecei a ler blogs como o Be More With Less e o Un-Fancy. As autoras batem muito na tecla de que não faz sentido ter um armário cheio de coisas e nada para vestir – algo que concordo totalmente. Porém, por algum motivo desconhecido, eu não conseguia desapegar de algumas coisas.

Mas, pelo menos, minhas (poucas) compras no último ano foram bem pensadas. Primeiro, porque eu queria economizar dinheiro. Depois, porque, sinceramente, quem não quer ser a melhor versão de si mesmo em todos os aspectos? O sentimento de “eu fico bem com essa roupa” realmente existe e é lindo.

Além disso, eu quero, cada vez mais, simplificar minha vida. Quero saber o que tenho e qual é a melhor maneira de usá-lo. Quero comprar de forma inteligente e sem arrependimentos futuros. Quero aprender a aproveitar as promoções. Para isso, é claro, o excesso precisa sair.

Nas minhas andanças pelos blogs, encontrei alguns relatos que me impulsionaram a começar de uma vez por todas. Um deles foi o da Gabriela, que listou cinco coisas que não precisamos no nosso armário. O outro, da Camile, deu dicas super bacanas para criar um armário inteligente, com base nas experiências dela.

Começando a destralhar

Nas últimas semanas, não aguentava mais pensar que, analisando meu guarda-roupa, pouquíssimos itens do meu dia a dia se salvavam. Então eu resolvi agir de uma vez por todas. (Inclusive, agradeço ao meu namorado pela paciência, já que, por dias, pilhas de roupas ocupavam todas as partes da casa.)

destralhar roupas armário destralhamento do guarda-roupa

E eu descobri que existe um sentimento de aflição nesse processo. Minha maior dificuldade para desapegar de algumas peças foi justamente aquela que sempre é muito citada por qualquer pessoa que já passou pelo mesmo: “talvez eu vá usar”. (Mesmo que nunca tenha sido usada, porque, hum, “eu gastei dinheiro nela”.) É um tanto assustador ver uma quantia enorme de roupas saírem do guarda-roupa e impossível não pensar no quanto investimos nelas. Seria mais fácil deixá-las no fundinho, bem escondidas. Porém, nesse ponto da vida, já aprendi que empurrar as coisas para não enfrentá-las é uma perda de tempo.

Outra dificuldade foi separar as peças que são bonitas de peças que caem bem em mim e que fazem eu me sentir bem. Em 2013, por exemplo, comprei muitos vestidos, e ainda não encontrei uma ocasião na qual eu tivesse vontade de usá-los. Eles são lindos, mas eu definitivamente não me sinto bem em vestidos. Então, com uma dorzinha, chegou a hora de dizer tchau para eles também.

Como eu fiz

Em um primeiro momento, tirei tudo o que eu considerava, de certa forma, inapropriado para mim. Blusas esticadas e peças desbotadas: lixo. Suéteres e calças grandes demais: novo lar. Em seguida, tirei todas as roupas com etiqueta e que foram adquiridas há mais de um ano.

E depois foi ficando cada vez mais difícil.

No meio da limpa, perdi a conta de quantas vezes cogitei ficar com uma peça porque daria para usá-la em casa. Além disso, percebi que, por culpa das camisetas velhas, não tenho UM pijama decente. Isso acontece só comigo? Tive que lembrar todas as vezes que, com tanta coisa à disposição, qualquer peça precisa ser aceitável para sair também. E, no fundo, qual é o sentido de guardar tanta coisa para usar só em casa?

Na última etapa, que foi a que levou mais tempo, separei todas as roupas que eu poderia estar (ou continuar) usando, mas que não fazem com que eu me sinta bem. É difícil explicar por que uma peça que serve perfeitamente e que está em um ótimo estado precisa ir embora. Entretanto, mais vale ter poucas peças que considero maravilhosas do que um armário cheio de roupas “ok”.

E foi exatamente nessa parte que fiquei entusiasmada com a possibilidade de, finalmente, usar apenas coisas que eu gosto. Já imaginaram conseguir fazer algo como a Caroline, do Un-Fancy? Ela é, sem dúvidas, minha inspiração. Eu quero aprender a combinar uma peça com diversas outras. Quero conseguir montar looks que sejam bonitos e, ao mesmo tempo, simples. E, surpreendentemente, pela primeira vez, acredito que não será tão difícil como imaginei. Só de saber que qualquer roupa que eu escolher usar é bonita e do meu gosto já vale todo o ~incômodo que tive ao olhar todas as coisas.

Próximas etapas

Minhas três próximas tarefas serão as seguintes:

  1. Encontrar boas instituições para fazer doações de muitas das coisas.
  2. Colocar à venda roupas separadas para tal fim, com o objetivo de usar o dinheiro para investir em outras peças.
  3. Adquirir peças necessárias para complementar às que permaneceram.

E eu sei que a terceira tarefa acontecerá aos poucos, visto que eu não tenho dinheiro sobrando para tal fim. (E também porque não vou ser chamada para o Esquadrão da Moda, heh). Mas tudo bem, porque o que eu quero mesmo é aprender a comprar somente coisas que serão usadas, e eu sei que, para isso, minhas escolhas precisarão ser bastante conscientes. Afinal, ter feito compras sem um planejamento prévio foi justamente o que me levou a ter um guarda-roupa lotado de coisas inúteis e, consequentemente, a precisar fazer o destralhamento. Então pode levar um tempinho – é até melhor assim. 🙂

E o guarda-roupa de vocês, como está? 🙂

Imagens: 1; 2

  • Já tive um período de armário-cápsula e sei como vc se sente, o que posso dizer é CORAGEM!
    Não é fácil mas é libertador 🙂

  • Eu não tenho muitas peças no meu guarda roupa mas mesmo assim tenho algumas que não uso. Sempre, pelo menos umas duas vezes no ano eu separo algumas peças pra doar, resolvi que quando eu compro alguma coisa, alguma outra peça tem que sair. É gostoso fazer isso, parece que até a vida da gente fica mais leve!

  • É difícil destralhar memso, Bruna. Te entendo muito, o processo é complicado. Mas achei super bacana sua atitude de querer doar, mesmo com a dificuldade em se desapegar. Cara, muito massa os looks da Caroline. São simples e bem bonitos.
    Eu confesso que aprendi a ser muito básica em SP. Sério. Antes eu só andava com umas roupas hippie chics. Hoje é um jeans e uma blusa básica, sempre em tons neutros. hahaha.
    Nossa, eu passei por esse mesmo episódio do pijama, também. Eu não tinha um pijaminha decente, de tanta roupa só de sair que eu comprava, hahaha.
    É fogo, acho que é um processo. Aos pouquinhos você vai fazer uns looks tão lindos quanto tuas inspirações, Bru. =)

  • Eu costumo fazer a limpa no meu guarda roupa de 3 em 3 meses, mais ou menos, até porque se não usei algo em 3 meses, sinal de que não vou mais usar. Sempre doou minhas peças, mesmo que elas estejam velhas, mas ainda serve para alguém. É sempre muito bom ajudar o próximo e, assim como você, simplifica muito a vida quando nos livramos de algo que não dá mais.
    Beeijos

    http://www.marinaalessandra.com

  • Eu normalmente costumo entregar para minha mãe quando tem alguma peça no meu guarda-roupa que não uso mais, e ela sempre doa quando viaja. Mas, eu tenho ultimamente poucas peças que uso muito por causa da faculdade. Achei a tua iniciativa maravilhosa! *-*

    http://www.andressacmoraes.com/

  • Nossa, eu adoro fazer essa limpa no guarda roupas. Sai um peso de mim e abre um espaço no armário, hahaha! Inclusive preciso fazer isso novamente, andei comprando roupas novas e preciso de espaço. Eu to tentando fazer um trato comigo mesma que é: compro uma roupa nova, tiro uma roupa velha do guarda roupa. Tava dando certo, até eu entrar em final de período na faculdade, aí bagunçou tudo, mas agora to entrando nos eixos de novo, haha!

    Beijos!

  • Oi Bruna!
    Adorei seu site 😉 vim agradecer a sua visita no meu cantinho e dizer que também estou nesse segmento de destralhar, e no meu caso inclinada para ter mesmo somente o essencial rs. Vida Minimalista mesmo aos poucos vou conseguindo…super bjsssss

    Dri 🙂

  • achei incrível! antigamente comprava em demasia, às vezes achava roupas com etiquetas que nem imaginava que tinha 🙁 daí melhorei muito depois de arrumar tudo e, parei de ser compulsiva nas lojas, principalmente as de departamento. isso de arrumar tudo é o melhor jeito da gente saber o que tem e até mesmo quando for comprar algo novo, poder saber com o que pode combinar 🙂
    obs: eu morava em curitiba! 🙂
    =***

  • Confesso que adoro destralhar. Geralmente, só compro coisas que realmente quero, tem que me dar uma sensação logo de cara pra eu adquirir. Só que a gente muda todo dia, eu mudo todo dia, e daí, daqui um ano, aquela roupa, por exemplo, não me faz tão mais feliz assim. Normalmente, destralho duas vezes por ano. E não é só roupas e sapatos, mas tudo! Brincos, colares, maquiagens, papéis, agendas e até apps de celular.

    Beijos,
    Bia

    http://www.quaseprimavera.com

  • Nunca tive muito problema com o meu guarda-roupa até agora, antigamente investia muito em livro e andava de qualquer jeito, não me importava muito, mais tem quatro meses que comprar roupas passou a ser minha prioridade, e sim tem acumulado muito coisa que só usei uma vez e desapegar está sendo bem mais difícil e também emagreci muito desde do inicio do ano então muitas calças novas não me servem mais, preciso utilizar de alguns dos métodos que você citou 😀

    http://www.sweetexpected.com.br/

  • Eu nunca tive esse problema, graças a Deus, sempre fui muito consciente quanto a isso. Além de não ser muito gastadeira eu também faço doações das roupas que já não uso, por n motivos, e as que estão em ótimo estado eu faço um brechó.

    É sempre bom desapegar dessas coisas, pois é como dizem, isso só nos prende no passado, não permite seguirmos em frente.

    Adorei tua iniciativa de doar algumas das peças. Muito bom ver que mais pessoas fazem isso.

    Beijos,
    http://www.gabydahmer.com/

  • Eu gostei muito do post. Também fiz uma boa limpa no guarda roupa, separei só as coisas que uso de verdade e que combinam comigo. Tinha muita coisa que não usava, então doei. É muito bom!
    bjs
    blogtrashrock.com

  • Minha última grande limpeza no guardarroupa envolveu admitir que talvez eu fosse demorar mais do que gostaria para voltar a meu peso antigo. De que adiantava eu estar bem com meu corpo, mesmo tendo engordado bastante, se o tempo todo eu tinha roupas que me lembravam a minha forma antiga? Foi tudo pra doação e, posso dizer que não só fez bem a mim, mas a várias outras pessoas. =)

  • Bru, eu também fico adiando fazer uma limpa no guarda-roupa, mas, quando o faço me sinto mais leve! A ideia é depois dessa limpa, adquirir apenas peças que combinem com o que você já tem, porque fica mais fácil de administrar e claro: o que você acha que de fato vai usar *-*

    Beijão, mariasabetudo

  • Adorei esse post, vou começa a ver dentro do meu guarda roupa as peças que não uso mais. Sempre temos aquelas roupas que estão só acumulando né!

    Blog >> http://www.seteprimaveras.com

  • Bru, que lindeza de destrinchar! Tenho exatamente as mesmas manias servindo como empecilhos. Como sou louca por DIY, acabo pensando que vou ‘dar um jeito’ nas peças antigas. Acho que vou reaproveitá-las em algum momento, ainda que seja para causar uma transformação completa e dar novas funções. O fato é que esses momentos não chegam, justamente porque fico apegada ao invisível e não faço a comuta, não tomo a atitude de impulsionar a mim para tais atos. Um ponto bacana seria observar o que imagino estar precisando e ir separando peças que podem ‘encobrir’ essas necessidades caso forem repaginadas. Mas preciso iniciar isso, empurrar meus atos… e começar pelas suas etapas, pelas separações, já é uma luz sensacional! Confesso que tenho sido surpreendida por algumas peças que usaria no passado em poucas ocasiões e atualmente viraram meus xodós após serem encontradas ‘perdidas’ no armário. Mas são raridades. No máximo, deixaria umas duas atuais do tipo, outras tantas por mais que possam futuramente causar sorrisos, não valem mesmo a esperança, porque não usaria em canto algum no presente. O ponto três dos seus tópicos é tão importante e acabamos pensando: “comprei essa calça, tenho várias blusas, em casa eu olho qual vou usar com ela”, sem reparar que estamos com poucas blusas, apenas porque temos milhares que não nos trazem conforto (no sentido menos literal da palavra também). É abrindo mão, limpando, reanalisando, relendo assim, que vamos tendo melhores visões do que é preciso de reabastecimento – e assim podemos fazer um muito mais útil, de fato. Isso tudo serve como metáforas incríveis cabíveis para diversos pontos da vida, inclusive. É lindo pensar. Adorei sentir essas suas iniciativas e mergulhar nas críticas e alertas que deixou. Obrigada por esse ‘soco no estômago’ que serve para nos alimentar tão bem. Obrigada por essa base de minimalismo que traz somas para o viver. Visitar este espaço lindo sempre é uma re-visão própria. Ah, e fiquei emocionada com um dos seus comentários no Sem Quases. Bastante. Que bonito foi ver mais do seu interior! Obrigada por propagar tantas profundezas para melhorias.

    http://www.semquases.com

  • Amei o post, impossível não se identificar!
    Teria que fazer isso mais vezes…

    Beijo
    😉
    http://www.umalindapromessa.com/

  • Eu nunca fui do tipo que guarda as coisas que não gosto ou não uso. Desde sempre eu dou essas peças pra pessoas mais necessitadas, minha mãe sempre fez assim e eu também. Já até me arrependi de ter doado algumas coisas, mas sei que não eram coisas que eu usaria.
    Parabéns pela atitude!
    Um beijo!

    http://www.impulsofeminino.com

  • Esse processo é difícil mesmo. Por mais que eu ‘me obrigue’ a usar peças paradas no guarda-roupas, tem algumas que simplesmente não são mais a nossa cara/estilo. Aí ficam lá só ocupando espaço :~ aproveitei minhas últimas mudanças para destralhar, mas já está na hora de fazer mais uma vez!!!

  • Sempre fui de doar roupas que não usava mais , mas as vezes comprava e nem usava. Ultimamente aprendi bastante a me controlar. Aprendi uma dica infalível, eu só compro uma peça, se eu conseguir combina-la com pelo menos cinco peças no meu guarda-roupa e quando necessário, claro. tem sido útil.

  • De tempos e tempos e faço um desapego no meu armário, mas não gosto muito de dar para instituições de caridade. Normalmente dou para amigas. Dou coisas boas, que estão inteiras, e dou pq não estou usando e não é justo ficar com coisas que não uso.
    Bjs

  • Ana

    Eu não curto muito guarda roupas, eu gosto de cômoda é bem mais prático e é fácil de arrumar mais infelizmente não está cabendo todas minhas roupas la então logo tenho que trocar para um Guarda roupa

    http://umasimplesmenininhadamoda.blogspot.com.br

  • Moça, me ensina a ser organizada assim com o meu guarda roupa? ❤
    Eu amei, mas não tenho coordenação para isso! Haha

    Beijos!

  • “Minha maior dificuldade para desapegar de algumas peças foi justamente aquela que sempre é muito citada por qualquer pessoa que já passou pelo mesmo: “talvez eu vá usar”. ”
    essa parte é a mais difícil, mesmo!
    nos últimos tempos eu tenho repensado muito meu consumo e as roupas que mantenho comigo, principalmente por causa do Teoria criativa (onde conheci o Be More With Less e o Un-Fancy).
    meu consumo é muito reduzido em relação às pessoas da minha família, mas muitas tias e primas mandam roupas pra cá e eu acabava ficando com peças que achava bonitas, mas que na verdade não condizem com meu estilo. agora estou sendo mais seletiva e ando destralhando devagar e sempre – parece que quando tento fazer tudo de uma só vez, isso me exige muuita energia para tomar decisões e fazer escolhas, e acabo empacando. quando penso que talvez eu use em outra estação, deixo a roupa guardada para usar na tal estação e, caso eu não use, já sei que vai sair do meu guarda-roupas. eu usava muito blusas estampadas, mas isso reduz o número de combinações (além de que é mais fácil de enjoar), aí agora tenho tentado fazer uma substituição, aos poucos também – o que me faz refletir mais sobre o que eu preciso antes de comprar, evitando gastar dinheiro e comprar coisas que não são exatamente do jeito que quero.
    esse processo é maravilhoso <3

    essa foto dos sapatos é do seu guarda roupas mesmo? *impressionada*
    tive uma época na minha vida que só usava all star – e tinha vários hahaha mas fui dando aos poucos e agora me sobraram só 2 (e um deles talvez vai embora já já)

    adorei o site, já adicionei no feedly aqui 🙂

  • Leilane

    Amei o post! Andei fazendo várias limpezas no meu guarda-roupas e a pilha de “roupas de ficar em casa” era beeem maior do que as roupas que davam pra usar . Uma boa dica que eu vi no Blog Vida Organizada da Thais Godinho é usar as roupas velhas, que você não pode dar pra ninguém, como panos de limpeza. Alguns brechós pegam como doação ou até pagam por essas peças, porque elas podem ser vendidas como retalhos para artesanatos ou customização.

    Bruna respondeu:

    É impressionante como a gente vai juntando coisas né? Eu fiquei bastante tempo amarrada com as “roupas de ficar em casa”, pensando em nem sei o que, haha. Ótima essa dica do uso para pano de limpeza! Eu estou tentando comprar peças que não cheguem no ponto de não ser mais útil para ninguém, mas acontece, né? E eu nunca tinha pensado em retalhos para artesanato. Vou prestar mais atenção nisso. Obrigada pela sugestão! 🙂 Eu fico muito feliz que tenha gostado do post!